O momento é de experimentar a criação de máquinas virtuais.
Pode até parecer alguma experiência esotérica, mas é uma tecnologia muito útil em tempos de otimização. A criação de máquinas virtuais, ou também chamada virtualização, permite a execução de diversos sistemas operacionais em uma única CPU.
É um conceito antigo para os usuários habituais de mainframes, trazido há algum tempo para o mundo dos microcomputadores, a computação pessoal.
Uma vantagem inicial é a utilização plena de um recurso de hardware, com o balanceamento adequado. No meu caso, a tecnologia permite a experimentação de diversos sistemas operacionais e configurações, sem a necessidade de reinstalação completa da máquina.
Com uma nova máquina em condições de suportar a tarefa, pude testar diversas soluções para esse fim: VMWare, Xen, Virtualbox e outros. Todos têm funcionalidades parecidas e permitem o uso completo da tecnologia. A escolha fica a cargo da empatia com o software (se é que podemos 'sentimentalizar' essa relação... :) )
As máquinas com processadores de núcleo múltiplo (dois, quatro e, no futuro, mais alguns núcleos) dão conta do recado facilmente.
Paro um segundo para analisar: múltiplos sistemas, múltiplos núcleos, ubiqüidade de informações... Só há um senão em toda essa equação: eu ainda sou apenas UM!
Pode até parecer alguma experiência esotérica, mas é uma tecnologia muito útil em tempos de otimização. A criação de máquinas virtuais, ou também chamada virtualização, permite a execução de diversos sistemas operacionais em uma única CPU.
É um conceito antigo para os usuários habituais de mainframes, trazido há algum tempo para o mundo dos microcomputadores, a computação pessoal.
Uma vantagem inicial é a utilização plena de um recurso de hardware, com o balanceamento adequado. No meu caso, a tecnologia permite a experimentação de diversos sistemas operacionais e configurações, sem a necessidade de reinstalação completa da máquina.
Com uma nova máquina em condições de suportar a tarefa, pude testar diversas soluções para esse fim: VMWare, Xen, Virtualbox e outros. Todos têm funcionalidades parecidas e permitem o uso completo da tecnologia. A escolha fica a cargo da empatia com o software (se é que podemos 'sentimentalizar' essa relação... :) )
As máquinas com processadores de núcleo múltiplo (dois, quatro e, no futuro, mais alguns núcleos) dão conta do recado facilmente.
Paro um segundo para analisar: múltiplos sistemas, múltiplos núcleos, ubiqüidade de informações... Só há um senão em toda essa equação: eu ainda sou apenas UM!
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